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Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
Clima
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23/7/2010

Clima é desfavorável para culturas folhosas no RS

O frio intenso, a ocorrência de geadas, as chuvas acentuadas e a baixa luminosidade, iniciados a partir do dia 16, foram desfavoráveis para o desenvolvimento das culturas folhosas. As baixas temperaturas causaram a diminuição do desenvolvimento das culturas. Já a lavoura do alho na região Serrana encontra-se com bom desenvolvendo, beneficiada pelas baixas temperaturas. As fortes chuvas não trouxeram maiores problemas, exceto alguma erosão em lavouras implantadas em áreas mais declivosas. Intensificam-se as práticas de inverno da cultura do pêssego na Serra Gaúcha, com o tratamento com caldas, em decorrência do frio, e também a poda seca. Além disso, iniciaram-se os tratamentos fúngicos para o controle de doenças na flor, nas variedades mais precoces e em locais mais quentes. As geadas da última semana afetaram alguns pomares florescidos de forma antecipada, podendo influenciar em seu rendimento futuro. As informações são de assessoria de imprensa.
Agrolink

14/7/2010

Frio no RS beneficia produção de frutas

O frio intenso que chegou ao RS está sendo benéfico para a fruticultura. Na Serra, em Pelotas e no Vale do Rio Pardo, as temperaturas próximas a zero foram bem recebidas pelos produtores de uva, maçã, ameixa e pêssego. Os baixos índices são essenciais para brotação e floração dos pomares na primavera, além de garantir a fixação dos frutos.
Correio do Povo

14/7/2010

Tempo bom para colher várias lavouras

A falta de chuva, comum no inverno, torna a agricultura dessa época de alto risco a não ser aquelas produzidas com auxílio de irrigação ou que estejam em fase de colheita. No município de Suzano, Cinturão Verde, a água dos reservatórios diminui e os agricultores precisam reduzir a quantidade de água para irrigar. Com isso, as verduras não conseguem retirar todos os nutrientes do solo e podem ter a qualidade reduzida. Uma alternativa para reduzir o impacto da estiagem é o sistema de plantio direto. O solo com a cobertura de palha e com a pouca mobilização da superfície não sofre tanto com a oscilação de temperatura e a evaporação diminui. A retenção de água é maior, podendo representar economia de até 30% de água em algumas áreas de produção irrigada ou a manutenção da produtividade em áreas de sequeiro em caso de estiagem. O tempo seco favoreceu a colheita do café em Garça e São José do Rio Pardo, que prosseguiu em ritmo acelerado, com boas condições de secagem e transporte. Também prosseguiu a colheita da cebola em Ibiúna, São João da Boa Vista e Monte Alto. O tempo seco favoreceu o processo de cura no campo, o que resulta num produto com maior durabilidade e qualidade Em Presidente Prudente, Engenheiro Coelho e Mogi-Mirim, a ausência de chuvas favorece a colheita e o transporte da mandioca, apesar do baixo nível de umidade no solo dificultar o arranquio das raízes. Em Valinhos, alguns produtores estão colhendo o figo e a uva e o tempo seco favoreceu a colheita, o transporte e a durabilidade dos frutos maduros. Em Monte Alegre do Sul, Indaiatuba e Jarinu prosseguiu a colheita do morango com frutos de boa qualidade e aparência. Segue a colheita da laranja em Itapetininga, Araraquara e Matão. E, mesmo em plena safra, não há produto suficiente no mercado. Os preços se mantêm em crescimento e esse aumento só não é maior porque a demanda é reduzida no inverno.
Estadão

12/7/2010

Citros: La Niña pode afetar pomares a partir de setembro

Os pomares paulistas podem começar a sofrer os efeitos da La Niña a partir de setembro. O fenômeno pode tornar a primavera e o verão mais secos, conforme informações da agência de meteorologia Somar. Dessa forma, a colheita da safra 2010/11 deve ser acelerada, sobretudo para as laranjas tardias. Quanto à safra 2011/12, agentes consultados pelo Cepea comentam que a forte seca pode ser positiva para as plantas em um primeiro momento, mas depois elas precisarão de umidade. Em relação aos preços, na sexta-feira (9), a laranja pêra in natura no mercado interno teve média de R$ 15,26/cx de 40,8 kg, na árvore. Para a laranja indústria no mercado spot, o preço pago pela caixa de 40,8 kg posta para as variedades hamlim, westin e pêra chegou a R$ 14,82 na sexta, conforme pesquisas do Cepea.
Cepea/Esalq

6/7/2010

La Niña pode favorecer a citricultura no Brasil

A caracterização do fenômeno La Niña é uma ameaça à previsão de bom rendimento das lavouras na safra brasileira 2010/2011. Em anos do fenômeno, as chuvas chegam com atraso no Sul e Sudeste e o verão é mais seco. Segundo a meteorologia, os sinais do La Niña estarão mais evidentes a partir de setembro. A previsão é de uma primavera mais seca e de um verão também, o que é positivo para a safra de inverno, em colheita a partir de agosto, mas ruim para a safra de verão. Se durante toda a primavera a chuva for escassa, a umidade do solo não será a ideal para a implantação da lavoura. De acordo com a Somar Meteorologia, até o início da primavera, o período é de transição entre o El Niño e La Niña, e, portanto, ainda haverá boa quantidade de chuvas. Quem tiver condições de plantar mais cedo (agosto ou setembro), poderá amenizar a falta de água durante o florescimento e enchimento dos grãos. Já no Centro-Oeste, várias regiões já enfrentam estiagem. O retorno das chuvas só deve ocorrer no fim de setembro, o que vai atrasar o plantio da safra de verão. Quem plantar mais tarde, terá um tempo solar menor. Com a La Niña, as chuvas chegam mais tarde, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. O fenômeno climático também traz algumas preocupações para os produtores da região conhecida como Mapito, que reúne os Estados do Maranhão, Piauí e Tocantins. O tempo seco, no entanto, favorece a colheita de café, laranja e cana-de-açúcar na Região Sudeste. No entanto, ele alerta que os próximos dois meses não devem favorecer o desenvolvimento das lavouras plantadas em abril, por causa das chuvas mais escassas. O rendimento da safra 2010/2011 de cana não será o mesmo deste ano.
Agência Estado

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