Floricultura
10/3/2010
Momento da coleta de pólen influencia cultivo de maracujá
De acordo com levantamento publicado na Revista Brasileira de Fruticultura, a coleta do grão de pólen do maracujá (Passiflora alata) deve ser realizada às 10:45 do dia da abertura das flores (antese), para melhor desempenho da germinação da planta.
Para colheita de dados, foi realizada pesquisa na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias do Campus de Jaboticabal da Universidade Estadual Paulista (FCAV/Unesp), onde “foram coletadas 35 flores, escolhidas aleatoriamente de várias plantas da coleção, sendo 7 flores em cada horário de coleta. Estas flores foram recobertas com sacos de papel, um dia antes de ocorrer a abertura floral (no estádio de botão floral), para impedir a perda e a mistura de pólen, caso fossem visitadas por insetos polinizadores”.
Os pesquisadores revelam, entre os resultados do experimento, que a viabilidade para germinação do pólen coletado “foi de 71,95%, variando de 69,64 (no dia da antese, às 16 horas) a 75,91% (um dia antes da antese).
Fonte: IBRAF
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Fruticultura
10/3/2010
Citro transgênico vai a campo
O Centro de Citricultura Sylvio Moreira, referência mundial em pesquisa de genética de citros, encaminhará à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) os primeiros processos com pedidos para testes em campo de variedades nacionais de laranjeiras transgênicas. As variedades, desenvolvidas por enquanto em vasos dentro de casas de vegetação na sede da entidade, em Cordeirópolis (SP), apresentaram resistência ou forte tolerância ao cancro cítrico, uma das mais temidas pragas nos pomares do País, maior produtor mundial da fruta.
Foram cinco anos de pesquisa, na tentativa de obter plantas transgênicas de variedades comerciais de laranja resistentes às principais pragas, como cancro, clorose variegada dos citros (CVC) e greening. A forma mais comum de transgenia é feita com a incorporação ao DNA da planta de um gene externo, que apresenta resistência a alguma doença, ou algum agroquímico, por exemplo.
Fonte: Estadão
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Horticultura
10/3/2010
Produtores de cebola da Bahia estão otimistas
Produtores de cebola do município de Casa Nova, região norte da Bahia, estão animados com a safra. Vão plantar mais do que no ano passado. Nas terras o produtor quer tirar 12 toneladas de cebola este ano.
Casa Nova é o principal município produtor de cebola da Bahia, com mais de 30% da produção do Estado. São 50 mil toneladas de cebola por ano, o que movimenta a economia. Cerca de dez mil pessoas dependem diretamente desse tipo de produção.
Este ano, o agricultor Geraldo dos Santos fará parte desses números. Ele costumava plantar feijão e milho. Mas agora vai investir na cebola. “O feijão e o milho têm fraca produção e fraco valor. Então, a cebola a gente quer ver se melhora um pouco”, falou.
Segundo a associação dos cebolicultores de Casa Nova, a área plantada neste ano deve ser de três mil hectares. São 8% a mais em relação à safra do ano passado.
A Bahia é o terceiro produtor de cebola do país. Fica atrás de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.
Fonte: Globo Rural
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Economia
9/3/2010
Preço do tomate foi o que mais pesou no Distrito Federal em fevereiro
No mês de fevereiro, o tomate foi o grande vilão da cesta básica. Segundo pesquisa realizada no Distrito Federal pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mais uma vez a fruta pesou na balança e no bolso do consumidor, com variação de 31,32%, e elevou o valor dos gastos em R$ 5,13. Houve acréscimo de 1,13% no preço médio dos 13 produtos da cesta de alimentos, cujo custo subiu R$ 2,42 e fechou o mês no valor de R$ 216,89.
Segundo o diretor técnico operacional do Centro de Abastecimento Alimentar do Distrito Federal (CEA-DF), Antônio Felipe Martoneto, a elevação no valor do tomate se deu em função do excesso de chuvas nas regiões produtoras. "As chuvas impedem o produtor de plantar e de colher. Quando consegue fazer alguma colheita, os produtos não têm muita qualidade."
Além disso, segundo Felipe, o excesso de água encarece o cultivo, pois o produtor gasta mais com produtos agrícolas e exige mais cuidado no manuseio da produção.
Fonte: IBRAF
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Internacional
9/3/2010
Vitivinicultura atrai a atenção de outros setores
A vitivinicultura argentina está em ebulição. A recente renovação do setor atrai novos investidores e o setor inclui de gigantes - com produção de 30 milhões de litros por ano - a pequenas vinícolas, voltadas para vinhos especiais.
A Argentina possui 230 mil hectares de vinhedos e uma das grandes vantagens são os baixos custos das lavouras.
Pouca chuva, clima seco e ventos dificultam o desenvolvimento de doenças. Já a grande amplitude térmica, com calor durante o dia e frio à noite, dá condições especiais para a maturação da fruta.
A favor, ainda, a Argentina tem a boa adaptação de variedades de uva como a malbec.
A vitivinicultura argentina vive, no entanto, uma série de dificuldades advindas da instabilidade da própria economia do país: câmbio, inflação, custos de matéria-prima e falta de crédito. Se repassar custos para preços, perde mercado; se não repassar, perde margem.
Fonte: Folha de São Paulo
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