Economia
12/3/2010
Preço do tomate aumenta 80% para produtores e comerciantes de Jundiaí
O preço do tomate (tipo salada) aumentou 80% para produtores e comerciantes de Jundiaí entre a última sexta-feira e terça. A caixa de 22 kg antes vendida por R$ 50 para os comerciantes, nesta terça, custou R$ 90. Nos mercados e feiras, o quilo comercializado até o mês passado, em média, a R$ 2,50 está entre R$ 4 e R$ 6.
Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria de Agricultura de Jundiaí, Lourival Fagundes, cerca de 80% do tomate vem para Jundiaí do Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) e 20% são de produtores de cidades como Indaiatuba, Sumaré, Hortolândia e da região de Lins.
“O Ceagesp é como a bolsa de valores do Estado, eles decidem o preço. Como o tempo não está propício para o fruto, o valor aumentou consideravelmente e o consumidor é que paga por isso. Como a temperatura estava muito alta e chovendo, os produtores tiveram uma queda na produção que foi repassada para os comerciantes”, destaca.
Fonte: Agrolink
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Mercado
12/3/2010
Produtores abrem mercado para a pimenta da agricultura familiar
Um contrato de venda fechado esta semana entre produtores de Terenos (MS) e a Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa) concretizou mais uma relação comercial fundamentada na agricultura familiar. A partir de agora, produtores de pimenta do município vão fornecer semanalmente quatro variedades do condimento para serem distribuídas pela Ceasa: comari, dedo-de-moça, malagueta e bodinho. A comercialização sela mais um passo do projeto Território da Reforma, uma iniciativa da Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar/MS) que tem por objetivo inserir no mercado os produtos da agricultura familiar.
O produtor Nicanor Antônio Ramos lidera o grupo. “Dentro do projeto Território, conheci o Terrativa, que nos encaminha para a produção de orgânicos, e hoje já estou a caminho da certificação desses produtos”, relata.
Fonte: CNA
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Mercado
12/3/2010
Suco de laranja recupera parte das perdas recentes
A queda do dólar também ajudou o suco de laranja a recuperar parte das perdas recentes na quinta-feira na bolsa de Nova York. Segundo a agência Dow Jones Newswires, a ainda magra safra de laranja da Flórida - que foi ajustada para cima pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) e deverá atingir 131 milhões de caixas de 40,8 quilos - também colaborou para oferecer sustentação aos preços da commodity. Os contratos com vencimento em março fecharam a US$ 1,5310 por libra-peso, alta de 355 pontos, ao passo que os futuros para entrega em maio subiram 285 pontos e atingiram US$ 1,4980. No Estado de São Paulo, a caixa da laranja destinada às indústrias saiu, em média, por R$ 10,04 no mercado spot, de acordo com levantamento do Cepea/Esalq.
Fonte: Toda Fruta
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Eventos
12/3/2010
Mangaratiba terá I Festival da Banana e Coisas da Terra
Por ser uma das maiores produtoras de banana do Rio de Janeiro – 17% da produção total, segundo o IBGE – Mangaratiba renderá homenagens à fruta.
Durante o feriado da Semana Santa, a Prefeitura vai realizar o I Festival da Banana de Mangaratiba e Coisas da Terra. O evento será no centro da cidade e contará com shows de artistas locais, exposições, culinária e bebidas feitas à base de banana.
Os agricultores locais serão maioria nas 40 tendas previstas para exposição, onde serão comercializados derivados da banana: doces, salgados, cachaças, cestas, sandálias e tapetes feitos com a fibra da bananeira. Para os agricultores e curiosos sobre o cultivo de gêneros agrícolas, a Prefeitura organizará palestras e oficinas. Um dos responsáveis pela organização é o secretário de Governo de Mangaratiba, José Joaquim Madeira, que apresentou o projeto.
"A festa tem que ser um marco para o município. Será um evento econômico, cultural e recreativo, mas também de incentivo ao nosso produtor", disse.
Fonte: Governo do Rio de Janeiro
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Clima
12/3/2010
Seca preocupa agricultores do Rio Grande do Norte
O atraso do período chuvoso preocupa os agricultores de Mossoró (RN). O solo já está preparado, mas falta a água para o plantio começar.
Os tratores trabalham acelerados, deixando o terreno pronto para receber as sementes que serão plantadas neste ano. A preparação da terra é feita pela prefeitura em parceria com a Petrobrás, que doa o combustível utilizado no trabalho. Cada agricultor tem direito a uma hora do serviço.
Com a terra sendo preparada para o plantio, a esperança é ter uma boa colheita na safra deste ano. Mas, por enquanto, isso vai depender do tempo.
A previsão para o semiárido nordestino é de chuvas abaixo da média.
Para o agricultor Ismael Lopes, o período chuvoso já deveria ter começado. O solo já está pronto e agora só espera apenas cair os primeiros pingos de água para dar inicio à lavoura de milho.
Fonte: G1
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