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Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
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Economia

5/8/2010

Pesquisa aponta queda no preço do tomate em 17 capitais

O preço do tomate ao consumidor registrou queda em 17 capitais brasileiras. É o que revela pesquisa divulgada na quarta (4), pelo Dieese. A desvalorização do produto contrasta com a realidade de preços altos registrada no início do ano. A queda já prejudica os produtores. Em São Paulo, no mês de julho, o valor pago pela caixa do tomate caiu pela metade. Porém, a expectativa é de recuperação agora em agosto. Há vinte anos, o produtor Cyro Abumussi se dedica à produção de tomates. Nos últimos dezoito meses, ele não teve motivos pra reclamar. O produto estava valorizado e o lucro chegava ao agricultor. Porém, no último mês, a situação mudou. Atualmente, o produtor vende a caixa de tomate por R$ 20, praticamente a metade do preço em relação ao início do ano. “Vendo direto para os donos de restaurantes e supermercados. Assim, consigo manter os preços sem sofrer com as altas e baixas do setor”, diz Abumussi. O levantamento do Instituto de Economia Agrícola de São Paulo confirma as variações no preço pago pela caixa do tomate. Em março, a caixa de 20 quilos estava sendo vendida por R$ 38,58. No mês seguinte, houve queda de 19%, fechando em 31,13%. O preço continuou caindo em maio e também em junho, chegando a R$ 23,19. No mês de julho, os preços mantiveram a tendência de queda. Até a terceira semana do mês, a caixa estava sendo comercializada por R$ 12,22. Segundo os especialistas, o tomate, um dos frutos mais populares no Brasil, deve voltar a subir a partir deste mês de agosto. A expectativa é de que os valores repassados ao produtor fiquem próximos daqueles praticados no primeiro semestre do ano.

Fonte: Canal Rural
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Economia

5/8/2010

Contratos futuros do cacau encerraram em alta na bolsa de Nova York

Os contratos futuros do cacau encerraram em alta na quarta-feira (4) na bolsa de Nova York em meio a sinais de uma melhora na demanda internacional pelo produto, ao mesmo tempo em que a oferta continua apertada. Os papéis com entrega em dezembro subiram US$ 48, para US$ 3.139 por tonelada. "A demanda por cacau para a fabricação de chocolate aumentou", disse Steven R. Mills, da Archer Daniels Midland. (ADM), em entrevista à Bloomberg. Para analistas ouvidos pela agência Dow Jones Newswires, o bom desempenho de outras commodities acabou contagiando o resultado do cacau. Em Ilhéus e Itabuna, o preço médio da arroba ficou em R$ 88,00, segundo a Central Nacional dos Produtores de Cacau. No dia anterior, amêndoa encerrou a R$ 87,33.

Fonte: Valor Econômico
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Fruticultura

5/8/2010

Conab anuncia compra de pêssego

A Conab liberou R$ 6 milhões para a compra do excedente da safra 2010/2011 de pêssego da região de Pelotas. O produto será adquirido dos agricultores cadastrados no Pronaf e destinado para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Segundo o diretor adjunto de política agrícola da Conab, Rogério Neuwald, a negociação seguirá os moldes da realizada em 2009/10, quando 2 milhões de latas de pêssego foram adquiridas por R$ 2,55 cada, e o produto in natura vendido por R$ 0,42 o quilo. Segundo o presidente da Associação Gaúcha da Produção de Pêssego, Dari Bosenbecker, na safra anterior, cada produtor recebeu até R$ 8 mil na comercialização das latas de frutas, uma média de três mil quilos de pêssego. Desta vez, o valor do quilo deverá ter incremento de R$ 0,10 a R$ 0,15. "O ideal era que a Conab pagasse os R$ 8 mil pela fruta e não pelo enlatado." A reivindicação será alvo de reunião com o diretor de Política Agrícola da Conab, Silvio Porto.

Fonte: Correio do Povo
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Horticultura

5/8/2010

ES: Alimentos roxos entram em destaque nos pavilhões do Ceasa

Mais do que levar um colorido especial à mesa, os alimentos roxos oferecem muitos benefícios à saúde. Uma boa fatia destes produtos é comercializada nas Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa/ES), empresa vinculada à Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). Dentre os alimentos arroxeados mais comuns encontram-se a beterraba, a berinjela, o repolho roxo, a cebola roxa e frutas como ameixas e uvas. De acordo com Marcélia de Souza, nutricionista do programa Mesa Brasil Sesc – parceiro do projeto Ceasa sem Desperdício – uma dica é consumir uma porção diária desses alimentos, seja em saladas, sucos ou ‘in natura’. “Os alimentos de cor roxa possuem substâncias antioxidantes, conhecidas como flavonóides. Os flavonóides protegem o organismo contra os radicais livres e previnem contra o câncer e doenças cardiovasculares. Além disso, são boas fontes de fibras, vitaminas e minerais”, destaca. Em 2010, entre os meses de janeiro e junho, foram comercializados 473.100 quilos de beterraba, com preço médio de R$ 1,25 o quilo. Em 2010, até o dia 30 de junho, a Ceasa/ES registrou a comercialização de 172.772 quilos de berinjela, com preço médio de R$ 0,59. O repolho comercializado na Ceasa/ES é 100% capixaba. Em 2010, entre os meses de janeiro e junho, foram comercializados 116.700 quilos, com preço médio de R$ 0,61 o quilo. O maior fornecedor das três hortaliças do Ceasa/ES é Santa Maria de Jetibá, que detém 53,8% da procedência do repolho, 52,3% da berinjela e 87,8% da beterraba.

Fonte: Governo do Espírito Santo
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Economia

4/8/2010

Futuros de cacau caíram pelo terceiro dia em Londres

Os futuros de cacau caíram pelo terceiro dia em Londres com especulação de que o aumento da oferta irá aumentar os estoques. Os contratos com vencimento em dezembro caíram 19 libras para 2.152 libras por tonelada. Segundo a Bloomberg, 4,380 mil toneladas de grãos de cacau foram classificados na terça-feira (3) e possivelmente serão adicionados aos estoques da Europa. Os preços da amêndoa subiram 24% no ano passado em Londres com a queda dos estoques. Na bolsa de Nova York, o mesmo vencimento fechou em US$ 3.091 por tonelada, queda de US$ 20, com o mercado de ingrediente para chocolate declinando 7% neste ano. No mercado de Ilhéus (BA) a arroba do cacau fechou em R$ 87,33, leve alta em relação ao R$ 86,66 do dia anterior.

Fonte: Valor Econômico
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